Pelo interior destas breves linhas, que servirão como proémio à apresentação e ao correlato texto, respeitantes aos Coeficientes Binomiais, iremos percorrer mais de dois mil anos de história, ao longo dos quais assistiremos à evolução desse extraordinário conceito matemático. Esse espantoso conceito matemático, Coeficientes Binomiais que, na sessão levada a cabo em 4 de Março de 2017 — por alturas do final do 2º período do ano lectivo de 2016/2017 —, albergara exclusivamente o surpreendente Triângulo de Pascal, será, desta feita, objecto de duas apresentações, ambas refertas de muitos sortilégios e fascinações: do já citado Triângulo de Pascal e, ainda, do excepcional Binómio de Newton.
Nesta nossa errância de mais de dois mil anos, iremos invitar alguns vultos de um brilho tal, que as suas presenças tornarão mais prazerosa esta nossa jornada, que se pretende de muitos enredos e de muitos encantamentos.
Dos inúmeros nomes que conseguimos avocar, daremos nota, nestas breves linhas, a título de exemplo, — para além do egrégio Euclides — do insigne matemático indiano Pingala, do distinto matemático chinês Chia Hsien e do ilustre matemático persa Al-karaji. A propósito da presença do triângulo numérico no espaço europeu, sinalizaremos, à guisa de exemplo, os nomes do eminente académico alemão Jordanus de Nemore, do italiano Tartaglia e do francês Blaise Pascal, dois matemáticos de elevada grandeza. Sublinharemos, ademais, os exemplos do monge alemão Michael Stifel, bem como de Isaac Newton, Leonhard Euler e Friedrich Gauss, todos eles matemáticos de rara excelência.
Obviamente, faremos uma vénia ao distinto poeta Alexandre O’Neill, não esquecendo, de todo, as devidas referências aos músicos de primeira água, que merecerão o devido realce na secção aqui ao lado, mais propriamente, em The Moor’s Revenge.
Esperamos ter sido capazes de conduzir esta nossa jornada por territórios do deleite e do sereno comprazimento.